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Ordem, ontologia, criação

maio 7, 2006
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Não somos frutos do acaso. Existe um propósito, uma razão última para a existência.

Nada do que existe neste mundo, nenhum evento, por menor que seja, é irrelevante.

Deus criou todas as coisas, e todas as coisas que Deus criou são boas.

A ordem que existe no mundo reflete uma inteligência que o ultrapassa. As leis da natureza que somos capazes de discernir revelam uma racionalidade subjacente, não o puro acaso.

Como conseguimos entender o Universo?

Einstein afirmou uma vez que a coisa mais incompreensível sobre a natureza é que nós podemos compreendê-la.

De fato, os que pensam que o mundo é fruto do acaso ficam perplexos diante de sua organização.

Por que a matéria segue leis matemáticas?

Por que os corpos se atraem na razão direta de suas massas e na razão inversa dos quadrados das distâncias?

Por que a eletricidade e o magnetismo obedecem as equações de Maxwell?

O que faz com que as forças da natureza tenham as intensidades observadas?

De onde nascem as simetrias abstratas das partículas elementares?

Para os que crêem em Deus, a ordem do mundo é algo natural. Não existe salto da matemática para a existência.

Ou as coisas são porque necessariamente devem ser, ou são porque um ser necessário as criou.

Todos os seres que conhecemos poderiam não existir, ao menos em princípio.

Deste modo, tudo o que existe é contingente e desnecessário. Deve haver, portanto, um ser necessário que criou tudo o que vemos. Este ser é Deus.

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