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Código sem sentido

maio 18, 2006

Impressiona o número de pessoas que dão crédito a fábulas ímpias contra Nosso Senhor e a Igreja. É sinal dos tempos de mediocridade em que vivemos que o lixo literário chamado “Código da Vinci” seja levado a sério. A seguir um comentário tirado do boletim Zenit (www.zenit.org):

“O Código da Vinci”, um filme sobre o qual a Igreja tem pouco com que se preocupar, segundo “Signis”, organização mundial de comunicadores católicos

CANNES, quarta-feira, 17 de maio de 2006. – Após ter visto no dia de sua estréia o filme “O Código da Vinci”, “Signis”, a organização mundial de comunicadores católicos, considera que o resultado é “um filme sobre o qual, finalmente, a Igreja tem de se preocupar bem pouco”.

Em um comunicado enviado a Zenit, “Signis” reconhece que “muitos cristãos de diferentes extrações e sensibilidades estavam ansiosos pela estréia do filme o ‘Código da Vinci’, dirigido por Ron Howard, sobre a novela de Dan Brown”.

“Contudo, longe de ser uma obra cinematográfica de interesse, o filme está destinado ao simples entretenimento”, acrescenta.

“Enquanto as cenas iniciais apresentam um interessante jogo de pistas, na segunda parte do filme os excessivos diálogos e os permanentes giros da trama decepcionarão a muitos espectadores”, explicam os críticos cristãos de cinema.

“Não há nada que temer em um filme que é só uma ficção e uma aventura pessoal ou comercial”, asseguram.

“Enquanto a novela tentava persuadir seus leitores sobre a veracidade de uma duvidosa hipótese e de algumas teorias rebuscadas, o filme deseja mais comprazer todo mundo e não incomodar demais a ninguém”, acrescentam.

Os roteiristas, declaram, “ocuparam-se de moderar com intermináveis diálogos as afirmações mais polêmicas da novela sobre a Igreja, a divindade de Jesus, o papel de Maria Madalena e inclusive o Opus Dei”.

“A polêmica nos meios de comunicação que acompanhou a publicação da novela e a estréia desse filme evidenciou o enorme impacto que as campanhas de promoção têm sobre o grande público”, reconhecem.

“Esperamos que a Igreja possa aproveitar esse fenômeno para explicar os fundamentos teológicos da fé e da esperança dos cristãos”, conclui o comunicado.

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