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O sinal da Cruz

maio 4, 2012

“A cada movimento e a cada passo, ao entrar e ao sair de casa, ao acender as luzes, estando para comer, ao deitar e ao levantar, qualquer que seja o ato que pratiquemos ou o lugar para onde vamos, sempre marcamos nossa fronte com o Sinal da Cruz” (Tertuliano).

Quando fazemos o sinal da Cruz, invocamos o Pai, o Filho e o Espírito Santo e lembramos o modo como fomos redimidos.

A Cruz é o sinal da Trindade Santa: nela coexistem a unidade e a distinção.

O sinal da Cruz nos recorda que o Pai enviou o Filho ao mundo para morrer e nos salvar. “Com efeito, de tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3,16).

O sinal da Cruz nos ensina que o Filho foi obediente até o fim e morreu por nós. “Sendo ele de condição divina, não se prevaleceu de sua igualdade com Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e assemelhando-se aos homens. E, sendo exteriormente reconhecido como homem, humilhou-se ainda mais, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz” (Fl 2,6-8).

O sinal da Cruz mostra que, como fruto da morte do Redentor, nós, que estávamos mortos pelo pecado, fomos, somos e seremos vivificados pelo Espírito Santo. “Se o Espírito daquele que ressuscitou Jesus dos mortos habita em vós, ele, que ressuscitou Jesus Cristo dos mortos, também dará a vida aos vossos corpos mortais, pelo seu Espírito que habita em vós” (Rm 8,11).

Do sinal da Cruz fogem todas as forças do mal, pois no santo madeiro foi encravado o documento de nossa condenação e esmagado o poder dos demônios (Cl 2,13-15).  Na Cruz nos gloriamos (Gl 6,14), na Cruz estamos pregados (Gl 2,19), na Cruz encontramos a força divina (1Cor 1,18). O Cristo que pregamos é o Cristo crucificado (1Cor 1,23). Quem quiser seguir Nosso Senhor, deve estar sempre sob o sinal da Cruz. “Se alguém quiser vir comigo, renuncie-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-me” (Mt 16,24).

Falar da ressurreição de Cristo e rejeitar a Cruz é trair a essência do Evangelho, pois “nem todo aquele que me diz: Senhor, Senhor, entrará no Reino dos céus, mas sim aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus” (Mt 7,21).

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