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Assumpta est Maria

agosto 15, 2012

Levantai-vos, Senhor, para vir ao vosso repouso, vós e a arca de vossa majestade” (Sl 131,8).

Abriu-se o templo de Deus no céu e apareceu, no seu templo, a arca do seu testamento. Houve relâmpagos, vozes, trovões, terremotos e forte saraiva. Apareceu em seguida um grande sinal no céu: uma Mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas. Estava grávida e gritava de dores, sentindo as angústias de dar à luz. Depois apareceu outro sinal no céu: um grande Dragão vermelho, com sete cabeças e dez chifres, e nas cabeças sete coroas. Varria com sua cauda uma terça parte das estrelas do céu, e as atirou à terra. Esse Dragão deteve-se diante da Mulher que estava para dar à luz, a fim de que, quando ela desse à luz, lhe devorasse o filho. Ela deu à luz um Filho, um menino, aquele que deve reger todas as nações pagãs com cetro de ferro. Mas seu Filho foi arrebatado para junto de Deus e do seu trono. A Mulher fugiu então para o deserto, onde Deus lhe tinha preparado um retiro para aí ser sustentada por mil duzentos e sessenta dias” (Ap 11,19-12,6).

Viva foi levada ao Céu a arca viva que conteve o Verbo de Deus. O corpo que nutriu e sustentou o Corpo do Senhor foi glorificado. A alma que, pela fé na Palavra, gerou a Palavra, manteve-se pura e fiel à vontade do Pai.

Sobe ao Céu, em corpo e alma, gloriosamente, a Virgem Mãe de Deus Imaculada. Sobe ao Céu, elevada pelo poder divino, sustentada pela força do Pai e do Filho (seu Filho!) e do Espírito Santo. É um grande sinal, o sinal de que a vitória de Cristo sobre o mal e a morte alcança todos os homens, sinal de que um dia, como Nosso Senhor, como sua Mãe Santíssima, aqueles que perseverarem até o fim na graça serão libertados da corrupção: “Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá” (Jo 11,25).

Maria hoje recebe a coroa da justiça (2Tm 4,8), elevada acima de todos os anjos e santos, assumpta pela Trindade e bendita por todos os séculos. “Maria, a arca da aliança que se encontra no santuário do Céu, indica-nos com clareza resplandecente que estamos a caminho rumo à nossa verdadeira Casa, a comunhão de alegria e de paz com Deus” (Bento XVI, Homilia, 15 de agosto de 2011).

“O Dragão, vendo que fora precipitado na terra, perseguiu a Mulher que dera à luz o Menino. Mas à Mulher foram dadas duas asas de grande águia, a fim de voar para o deserto, para o lugar de seu retiro, onde é alimentada por um tempo, dois tempos e a metade de um tempo, fora do alcance da cabeça da Serpente. A Serpente vomitou contra a Mulher um rio de água, para fazê-la submergir. A terra, porém, acudiu à Mulher, abrindo a boca para engolir o rio que o Dragão vomitara. Este, então, se irritou contra a Mulher e foi fazer guerra ao resto de sua descendência, aos que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap 12,13-17).

Maria, tu és a Igreja triunfante sobre o pecado! Tu és a Mãe de cada um dos que dão testemunho do Senhor! Venceste o Dragão, ó Mãe. Venceste o poder do mal. Tua vitória é a vitória do Teu Filho em Ti e de todos os que crêem e seguem Teu Filho na obediência da fé.

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