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Ele quer converter Jesus Cristo…

maio 1, 2013
Deus tenha misericórdia deste infeliz que traiu seu sacerdócio e de todos os que o apóiam no erro, pois não conhecem ou, muito pior, rejeitaram a graça de Cristo.

Deus tenha misericórdia deste infeliz que traiu seu sacerdócio e de todos os que o apóiam no erro, pois não conhecem ou, muito pior, rejeitaram a graça de Cristo.

As pessoas não pensam mais. O sentimento é seu guia, a emoção é sua bússola.

Da Falha… digo, Folha de São Paulo, sobre a recente excomunhão de um padre (padre “Beto”) por cisma e heresia:

A aposentada Maria Cristina Cervantes de Queiroz, 53, que afirma ter sido “resgatada” pelo ex-padre, agora diz que é uma ex-católica e que não irá mais às missas. “Não posso mais fazer parte. Não gosto de hipocrisia, mentira. O sentimento que sobrou foi de vergonha.”

Lamentável declaração. Esta senhora não era católica, mas devota do padre. Sua fé não estava em Deus, mas num homem falível e orgulhoso que, ao invés de querer converter-se a Cristo, quer que Cristo se converta a ele.

A pipoqueira Maria Inês Faneco, 52, que é homossexual, diz que sempre se sentiu acolhida e “tratada com igualdade” pelo religioso. “Para mim Igreja Católica acabou. Eu só ia por causa dele. O padre Beto não fazia aquelas missas cansativas.”

Será que esta outra senhora sabe o que é a Santa Missa? Será que ela sabe que a prática de atos homossexuais é imoral, indigna, contrária à natureza? Talvez até o saiba, mas o saber não muda o seu julgamento, se este for baseado na paixão e na emoção. Será que ela conhece Nosso Senhor Jesus Cristo? Será que ela sabe que Nosso Senhor morreu na Cruz, derramando seu preciosíssimo Sangue, para libertá-la do pecado e da morte eterna? Será que ela sabe que o sacrifício de Cristo é a essência da Santa Missa?

Sem a batina, o religioso já ensaia seus próximos passos: dar aulas e palestras, escrever livros e artigos, comandar programas de rádio e seguir a carreira política. “Vou pensar se aparecer um convite.”

Pelo que consta, o religioso já habitualmente não usava batina fora das atividades litúrgicas, mas roupas da moda com estampas de um terrorista popular entre os esquerdinhas (Che Guevara), além de brincos. Também ia a choperias saborear uma gelada… digo, pregar seu evangelho pessoal aos jovens. Agora, livre de qualquer obediência, pretende seguir carreira solo, fundando sua própria religião, à imagem e semelhança de seu próprio umbigo, além de aspirar a um cargo político tirando proveito de toda a propaganda que obteve às custas da Igreja. Certamente encontrará lugar em algum partido de esquerda que defenda as mesmas teses que ele e, também, muitos lucros financeiros. O apoio da imprensa politicamente correta (e idiota) ele já granjeou.

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